sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Liberdade para se expressar.

Quanto vale minha autodeterminação
Ser dependente de minha própria vontade
Se a liberdade é presa a conceitos em aptidão
Impregnada na essência da moralidade...

Quanto vale poder amores escolher
Se o amor não se realiza por escolhas
E sim encontrados no casual acontecer
Num outono, na renovação das folhas...

Em extrema liberdade dos pensamentos
Faço de minhas próprias regras, doutrina...
Podendo perder-me na efemeridade dos sentimentos

Serei a própria menção de licenciosidade
Perdendo a percepção, o tino de bem amar
Porque o amor se encontra na fronteira da liberdade.

Lufague

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